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06 setembro 2012

João Cláudio Moreno canta Raul Seixas

A participação de João Cláudio Moreno na propaganda eleitoral do prefeito Elmano Férrer (PTB) tem dado o que falar. 

De um lado, é defendido por seus admiradores e aliados. O João é um artista, um crítico e intelectual. É normal que escolha um lado, seja por ideologia ou um bom contrato. Ou pelos dois.

Vendido. É o que dizem os críticos. Ao defender a gestão petebista, o humorista é acusado de mudar bruscamente de opinião. Publicações antigas nas redes sociais foram ressuscitadas. Em uma delas, João Cláudio diz: “Errar é Elmano.”

Sem alimentar as paixões, o João segue seu contrato de campanha. E canta uma música bem apropriada para o momento:




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O cartunista Izânio Façanha também brincou com o assunto, retratando os ataques do PSDB de Firmino Filho ao artista:


26 agosto 2012

Entendendo a propaganda eleitoral



Ao contrário do que apregoa a propaganda, o preço da integração das linhas de ônibus do prefeito Elmano foi muito alto. Além da passagem ainda custar R$ 2,10, estudantes foram espancados, presos e humilhados durante os protestos contra a implantação do sistema. Nossa memória não é fraca.

05 agosto 2010

João Cláudio imita Efrém Ribeiro

Vídeo do humorista João Cláudio Moreno imitando o jornalista Efrém Ribeiro em um programa de TV local.


26 novembro 2009

Nada a ver, ó

Nada mais “Nada a ver, ó!” que escalar a ex-BBB Gisele Soares para abrir o Festival da Cajuína, em Teresina. Colocada como figura central do evento, a moça é nada menos que a antítese da bebida piauiense.

A cajuína é um produto artesanal que experimenta agora, no século XXI, os primeiros passos de um lento processo de industrialização. Não é amplamente consumida no Piauí, não é vendida em larga escala para fora do Estado e as grandes marcas de bebidas não estão por trás da produção.

Gisele tem como únicos méritos ter passado três meses confinada em uma casa e exposto a vulva para uma revista masculina. É registrada no Piauí, morou no Maranhão e debandou cedo para fora do Nordeste. Tem sotaque sudelista e é produto da Globo, o maior conglomerado midiático do país.

Juntas, Gisele e a cajuína formam nada além de uma cena inusitada.

Na solenidade de abertura do festival, Wellington Soares - professor, escritor e coordenador de Comunicação do Governo -, representando o governador Wellington Dias, gabou-se de ter ligado pessoalmente pra Gisele. “Você representa muito bem o Estado lá fora”, disse. Atrás de mim, uma bêbada gritou revoltada: “Ela nem falou do Piauí no BBB.”

Pouco informada sobre o Estado, sabendo nada dos propósitos do festival e menos ainda da cajuína, Gisele falou ao público. Para nossa sorte restringiu-se ao óbvio. Lembro bem que ela gosta de cajuína, que muita gente lá fora consome o produto e que sempre que vem ao Piauí leva caixas e mais caixas da bebida.

Só mesmo o humor de João Cláudio Moreno para salvar uma noite assim. Durante uma piada, ele meteu uma garrafa de cajuína pela barguilha da calça e deixou lá por uns dez minutos. Depois, chamou Gisele ao palco e pediu que a ex-BBB erguesse o objeto, como um troféu. Ela, que não acompanhava o show, atendeu prontamente.

Senti-me vingado!