O texto é um mosaico de recalques e preconceitos baratos. Para Barros, as bandas Chica Égua e Black Style, contratadas para tocar em Barras, “costumam fazer apresentações apenas para as classes sociais C e D em bairros da periferia de Teresina, Salvador e cidadezinhas do interior do Piauí e da Bahia onde o nível cultural e social das pessoas é muito degradante em todos os âmbitos”.
O rapaz anuncia ainda que Barras viveria “seu dia de Sodoma e Gomora”, um “dia de cair caco de priquito para todos os lados". Exagero? Que nada. Pelo "tipo de gente que 'curte' essas bandas, o normal é acontecer isso mesmo".
Poderia me alongar bem mais, falando do texto e seus absurdos, mas o autor da postagem se descreve como “escritor, poeta, cronista, contista, jornalista e titular da cadeira 12 da Academia de Letras do Vale do Longá”. Então, quem sou eu para mexer com esse projeto de santo, que não peca e só escuta música clássica.
Leiam, por favor. Cada linha atentamente. E se acharem absurdo deixem algum comentário fofo na matéria original. O link está no final desse post.


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